Foi lançado hoje um prémio de 250 mil libras para responder ao desafio de gerir a saída de um ou mais membros do euro. Lord Wolson, que lançou o prémio, afirmou que os governos não podem discutir abertamente a questão porque isso poderia despoletar o colapso do euro.
Há um conjunto de questões específicas a que os concorrentes devem responder:
- Whether and how to redenominate sovereign debt, private savings, and domestic mortgages in the departing nations.
- Whether and how international contracts denominated in euros might be altered, if one party to the contract is based in a member state which leaves EMU.
- The effects on the stability of the banking system.
- The link between exit from EMU and sovereign debt restructuring.
- How to manage the macroeconomic effects of exit, including devaluation, inflation, confidence, and effects on debts.
- Different timetables and approaches to transition (e.g. “surprise” redenomination versus signalled transitions).
- How best to manage the legal and institutional implications.
- A consideration of evidence from relevant historical examples (e.g. the end of various currency pegs and previous monetary unions).
Esta proposta pode ser desvalorizada como uma mera provocação, tendo o seu organizador inclusive considerado a hipótese de não haver uma resposta, “o que seria muito revelador”.
Na verdade, acredito que este trabalho ainda vai ser muito útil a vários países. Já tinha abordado o assunto em termos muito menos detalhados, mas inclino-me para ideia que a forma mais ordeira de saída é a retirada dos fortes do euro e não dos fracos.
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