quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Gente avisada



É certo que o investimento na ANA é para durar décadas, pelo que este pedido de garantias não deve ser lido como indicador de uma catástrofe iminente. Mesmo assim, é mais um sinal da falta de confiança no futuro do euro e, sobretudo, da permanência de Portugal nesta moeda. 

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Redefinir as funções do Estado?


O meu artigo no “i”: Vivemos no grave equívoco de pensar que, se uma área é essencial, então toda a despesa actualmente realizada nessa área é também essencial.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

“França preparou-se para saída de Grécia em 2011”


Isto é, de certeza absoluta, apenas a ponta do iceberg do que se passou na altura. Relembro que, em Novembro de 2011, a Itália e a Espanha também estiveram a três passos do abismo.

Em relação ao que se está a passar nos bastidores neste momento, provavelmente só o saberemos, o que vier a ser conhecido, daqui a algum tempo. 

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

“E se o euro se desagregar?”


O Nordea, o mais importante banco de investimentos da Escandinávia, apresentou hoje um relatório sobre a eventual desagregação do euro. Mais uma acha para a fogueira do fim do euro.

sábado, 20 de outubro de 2012

Recomendado


Referendo ao euro


Paulo Gorjão tem um excelente blog, excelente pela qualidade das análises e, sobretudo, nos tempos que correm, pelo bom senso e serenidade das suas opiniões.


Esta discussão parece-me muito útil, nem tanto para o PM reconquistar a iniciativa política, mas para os portugueses acordarem. Na verdade, considero altamente provável que Portugal seja forçado a sair do euro muito antes de haver condições práticas para realizar este referendo, e já nem falo em condições políticas. 

Consultório financeiro (2)


Nas respostas aos leitores, não vou respeitar a ordem cronológica, vou antes dar precedência às questões mais curtas e relevantes.

Questiona o P.A. (19-Out). “O problema é que a maioria dos Portugueses não sabe como colocar algumas poupanças no estrangeiro. Gostaria imenso que me explicasse como é que, legalmente, isso pode ser feito. Já coloquei essa questão no meu banco mas responderam-me que não prestavam esse tipo de serviço…”

Como regra geral, se o vosso banco não faz certo tipo de serviço, recomendo que façam uma pesquisa em outros bancos para ver onde ele pode ser feito. Há dois bancos, o Barclays e o Deutsche Bank, em que se podem fazer depósitos em moeda estrangeira e que ficam abrangidos pelas garantias, respectivamente, do Reino Unido e da Alemanha.

Mas fazer depósitos em divisas (dólares, francos suíços, etc.) em bancos portugueses é uma acção equivalente a colocar poupanças no estrangeiro, sobretudo se não estivermos a falar de grandes montantes.

Uma outra alternativa é comprar títulos estrangeiros, como dívida pública alemã e americana, bem como acções de algumas empresas mais sólidas.