terça-feira, 9 de outubro de 2012

Divórcio europeu


O meu artigo deste mês no Jornal de Negócios.

PS. O 3º parágrafo é um bug, é um texto de outro autor.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

A próxima ministra?


Têm surgido rumores de que Vítor Gaspar estaria de saída, por moto próprio ou por pressões dentro do governo. Apesar de tudo, preferia que o ministro permanecesse no lugar, sobretudo devido ao seu prestígio junto dos nossos parceiros comunitários, algo de precioso para os tempos muito difíceis que se avizinham.

Isto dito, apreceei a prestação da Secretária de Estado do Tesouro e das Finanças, Maria Luís Albuquerque, ontem na RTP1, em que foi “apertada” pelo José Rodrigues dos Santos. Ela conseguiu manter-se muito tranquila, traduzir o economês para português e falar para as pessoas. Revelou algum talento político, que precisa agora de ser trabalhado pela experiência, mas pareceu-me que poderia estar ali a próxima ministra das Finanças ou, eventualmente, num outro ministério.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

“Nova sede do BCE vai custar mais de mil milhões”


Ou muito me engano, ou o BCE nunca irá ocupar este edifício, pela simples razão que quando ele estiver pronto ou o BCE já não existe, ou existe numa versão muito mais reduzida do que a actual, não justificando a mudança de espaço.

Instituições extractivas


terça-feira, 2 de outubro de 2012

Investimentos a evitar


Várias empresas portuguesas, vítimas do fecho da torneira do crédito interno e quase impedidas de recorrer ao financiamento externo, têm recorrido à emissão de obrigações de médio prazo, como é este caso.

Dado que estou convicto que Portugal deverá sair do euro nos próximos meses, desaconselho vivamente a compra destas obrigações. Em primeiro lugar, a excepcional turbulência dos tempos que vivemos sugere que se assumam compromissos com os menores prazos possíveis, evitando ficar com os vossos fundos paralisados num investimento de médio prazo. Mesmo para aqueles que acreditam que o euro ainda vai aguentar durante algum tempo, acham que Portugal ainda estará no euro daqui a cinco anos?

Em segundo lugar, como explico com mais detalhe no meu livro “O fim do euro em Portugal?”, páginas 219-220, as obrigações a taxa fixa deverão sofrer duas perdas de valor significativas: i) pela desvalorização do novo escudo; ii) por terem taxas muito inferiores às que vigorarão no novo escudo.

Se estas obrigações vierem a ser cotadas em bolsa, poderão ser resgatadas com facilidade e o dinheiro não estará tão “paralisado”, mas isso não impedirá as perdas de que falo acima.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012



Daqui a um ano estaremos a discutir a subida do IVA para 25%? No orçamento de 2018 teremos passado a taxa reduzida e a taxa intermédia do IVA para a taxa normal e colocá-la-emos nos 30%? Subiremos o escalão máximo do IRS para 60%? Subiremos os impostos sobre os combustíveis para colocar o preço do litro de gasolina nos 3 euros? Faremos o mesmo ao tabaco, colocando o maço acima dos 5 euros? Subiremos o IRC para 40% para garantir que nenhuma empresa estrangeira cometa a imprudência de vir criar um emprego que seja em Portugal?

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

“Let’s look at a traila’ ”


O booktrailer do meu livro:




"Os nossos políticos não são corruptos"


Cândida Almeida disse recentemente que "Os nossos políticos não são corruptos". Vejam o vídeo abaixo para poderem perceber como ela está carregadinha de razão.