O meu artigo no “i”: O Orçamento de 2013 parece que será oúltimo deste governo e o último em euros
Adenda: Ainda no
IMI há outras duas questões. A primeira é a da avaliação dos imóveis, em que
convinha que se tomasse consciência que estamos em presença de um claro
movimento de diminuição do valor, nalguns casos superior a 20% e que as
Finanças não cobrassem IMI com base em valores acima do mercado. Também era
conveniente que a avaliação usasse como parâmetro o facto de o imóvel estar
arrendado e qual o valor da renda. Dá vontade de usar um insulto à la António
Borges, porque não se percebe qual a lógica de atribuir a mesma avaliação a uma
habitação, quer tenha uma renda de 50€, quer de 500€.
A segunda questão é a pretendida eliminação da cláusula de
salvaguarda. Algum tipo de alteração desta cláusula é admissível, mas a sua
eliminação parece incompreensível, sob todos os pontos de vista, sobretudo
políticos.