Na sondagem do Correio da Manhã Manuela Ferreira Leite ganha destacada.
http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000090-0000-0000-0000-000000000090&contentid=7714811D-E673-4EFA-BDEF-1B63D7E629D4
Há dias telefonaram-me a pedir assinatura para a candidatura de Patinha Antão. Neto da Silva vem queixar-se da dificuldade de arranjar as 1500 assinaturas. Assim sendo, julgo provável que estas duas candidaturas nem cheguem às urnas. Resolvi então calcular os valores finais no caso de haver 3 candidaturas, com a hipótese habitual que os votos dos outros se distribuem de forma idêntica ao que se distribuem actualmente por estas 3 candidaturas. Trata-se de uma aproximação grosseira, mas a única que faz sentido. Alguém consegue dizer para onde vão os votos de Patinha Antão? Alguém consegue dizer como se distribuem as preferências dos NS/NR?
Os resultados da simulação são:
. . . . . . . . . . . . . . Vencer Sócrates (1) Melhor candidato (2)
Manuela Ferreira Leite . . . 71,3% . . . . . 71,6%
Pedro Santana Lopes . . . . . . 22,2% . . . . . . 23,2%
Pedro Passos Coelho . . . . . . 6,5% . . . . . . 5,3%
(1) Quem tem mais hipóteses de vencer eleições a Sócrates? (Apenas eleitores do PSD)
(2) Quem é o melhor candidato? (Nesta pergunta não foi sugerido qualquer nome - Eleitores do PSD)
A primeira conclusão é que, apesar de os dados brutos das duas perguntas serem muito diferentes, os resultados trabalhados são muito consistentes. A segunda conclusão é que estamos como que em três ligas diferentes. Um vencedor destacadíssimo, um grande perdedor e um terceiro lugar muito distante.
É certo que o alvo desta sondagem são os eleitores do PSD e não os militantes, mas os resultados são muito tranquilizadores. O eleitorado genuinamente populista no PSD não chega a um quarto do total. Se anteriormente votaram em candidatos populistas é porque não lhes deram alternativa e não porque gostassem.
Pessoalmente, preferia que PSL ficasse abaixo de PPC, mas parece que não será assim.
Finalmente, esta sondagem é das tais que influencia o próprio sentido de voto. Com resultados tão nítidos, parece-me que o resultado final será dar uma maioria ainda mais expressiva a Manuela Ferreira Leite. E Jardim bem poderá meter a viola no saco.
sábado, 17 de maio de 2008
Recomendado
Pacheco Pereira, no Público de hoje: “Não é só na economia que estamos a andar para trás, é na cabeça. A cultura da irrelevância está a crescer exponencialmente”.
Um dos sinais mais evidentes e curiosos aparecem-nos nos documentários da RTP Memória. Mesmo nos programas pós-25 de Abril é impressionante a diferença do nível de português que se usava então (muito mais erudito) e o que hoje é utilizado.
Um dos sinais mais evidentes e curiosos aparecem-nos nos documentários da RTP Memória. Mesmo nos programas pós-25 de Abril é impressionante a diferença do nível de português que se usava então (muito mais erudito) e o que hoje é utilizado.
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sexta-feira, 16 de maio de 2008
Previsões de plástico
O governo reviu em baixa as suas previsões até 2011. Em primeiro lugar, o crescimento dos últimos anos desse período, em que a economia já deveria estar a crescer ao seu nível potencial, baixa fortemente de 3,0% para 2,2%. Em parte isto resulta do ajustamento entre o delírio estratosférico e a realidade. Mas, por outro lado reforça a ideia de que o crescimento potencial sofreu um forte rombo e, com este nível, ele pura e simplesmente significa o fim estrutural da convergência de Portugal com a UE. Uma coisa é Portugal ter uns anos maus, em que diverge. Outra, é pura e simplesmente, mudar de campeonato e deixar de convergir ponto final.
Ter consciência deste grave problema deveria fazer o governo passar a levar a sério as prováveis causas deste desastre, nomeadamente a fortíssima perda de competitividade desde meados dos anos 90. Mas não. O governo, assustado com o fraco crescimento, tenciona continuar na asneira de estimular a procura interna (via investimento público) em vez de apostar na recuperação da competitividade perdida. O governo poderá ter um sucesso limitado no curto prazo, mas só estará a agravar as condições de uma verdadeira e robusta recuperação.
Quanto à nova previsão para 2008 (1,5% vs 2,2%) ela tem que passar a ser encarada, quando muito, como o limite superior do intervalo de previsões razoáveis. Depois do empedernido “optimismo” do governo, tudo o que venha de lá só pode agora ser desvalorizado. Já a previsão para 2009 (2,0%), apesar de fortemente revista em baixa (de 2,8%), continua no domínio do delírio. Para a zona do euro, espera-se que 2009 seja (marginalmente) pior que 2008. Mas, para o governo português 2009 vai ser um ano de franca recuperação. Pois sim…
Finalmente, as incongruências entre PIB e desemprego. Em 2009 a economia cresceria mais, mas o desemprego cairia menos: 4 décimas em 2008 e 2 décimas em 2009! Mas, com a economia a crescer apenas 1,5% este ano e o desemprego cair tanto! Enfim, no cenário mais favorável o desemprego poderia manter-se estável, mas tudo indica que o mais provável é aumentar.
Já agora, porque é que o novo PEC não está no site das Finanças?
Ter consciência deste grave problema deveria fazer o governo passar a levar a sério as prováveis causas deste desastre, nomeadamente a fortíssima perda de competitividade desde meados dos anos 90. Mas não. O governo, assustado com o fraco crescimento, tenciona continuar na asneira de estimular a procura interna (via investimento público) em vez de apostar na recuperação da competitividade perdida. O governo poderá ter um sucesso limitado no curto prazo, mas só estará a agravar as condições de uma verdadeira e robusta recuperação.
Quanto à nova previsão para 2008 (1,5% vs 2,2%) ela tem que passar a ser encarada, quando muito, como o limite superior do intervalo de previsões razoáveis. Depois do empedernido “optimismo” do governo, tudo o que venha de lá só pode agora ser desvalorizado. Já a previsão para 2009 (2,0%), apesar de fortemente revista em baixa (de 2,8%), continua no domínio do delírio. Para a zona do euro, espera-se que 2009 seja (marginalmente) pior que 2008. Mas, para o governo português 2009 vai ser um ano de franca recuperação. Pois sim…
Finalmente, as incongruências entre PIB e desemprego. Em 2009 a economia cresceria mais, mas o desemprego cairia menos: 4 décimas em 2008 e 2 décimas em 2009! Mas, com a economia a crescer apenas 1,5% este ano e o desemprego cair tanto! Enfim, no cenário mais favorável o desemprego poderia manter-se estável, mas tudo indica que o mais provável é aumentar.
Já agora, porque é que o novo PEC não está no site das Finanças?
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É fazer as contas…
Leonor Coutinho, licenciada em Matemáticas, dá hoje (Diário de Notícias, caderno Bolsa, p. 16) uma série de pontapés na matemática, na sua cruzada a favor de não mexer em nada nos Certificados de Aforro (CA).
Concordo com a necessidade de mudar as condições dos CA, que ainda não tinham sido adaptados ao euro. Uma loucura, manter as condições fixadas em 1986, num contexto radicalmente diferente. Não significa isto que subscreva na íntegra as alterações propostas pelo governo. Teria certamente preferido distinguir nitidamente entre pequenos e grandes aforradores, até porque é nestes que se concentra a maior parte do volume de CA.
O grande argumento de Leonor Coutinho é que os CA afinal saem mais baratos do que as OTs (o financiamento alternativo) porque os CA pagam imposto e as OTs são esmagadoramente vendidas a estrangeiros, não pagando imposto. Visão mais curta do que isto é difícil. Esta mudança dos CA não muda em nada as necessidades de financiamento da economia portuguesa. Os fundos que estavam nos CA vão passar para instrumentos no sector bancário, pagando aí os mesmíssimos impostos que pagavam nos CA. Estes recursos extra que os bancos vão receber, permitem-lhes recorrer menos ao crédito externo. Na verdade, mantendo-se constantes as necessidades de financiamento da economia, estas vão ser mais supridas pelo Estado e menos pelos bancos. Como o Estado se consegue financiar a custo mais baixo do que os bancos, a economia como um todo agradece.
Espero bem que o governo consiga explicar estas coisas básicas a Leonor Coutinho.
Concordo com a necessidade de mudar as condições dos CA, que ainda não tinham sido adaptados ao euro. Uma loucura, manter as condições fixadas em 1986, num contexto radicalmente diferente. Não significa isto que subscreva na íntegra as alterações propostas pelo governo. Teria certamente preferido distinguir nitidamente entre pequenos e grandes aforradores, até porque é nestes que se concentra a maior parte do volume de CA.
O grande argumento de Leonor Coutinho é que os CA afinal saem mais baratos do que as OTs (o financiamento alternativo) porque os CA pagam imposto e as OTs são esmagadoramente vendidas a estrangeiros, não pagando imposto. Visão mais curta do que isto é difícil. Esta mudança dos CA não muda em nada as necessidades de financiamento da economia portuguesa. Os fundos que estavam nos CA vão passar para instrumentos no sector bancário, pagando aí os mesmíssimos impostos que pagavam nos CA. Estes recursos extra que os bancos vão receber, permitem-lhes recorrer menos ao crédito externo. Na verdade, mantendo-se constantes as necessidades de financiamento da economia, estas vão ser mais supridas pelo Estado e menos pelos bancos. Como o Estado se consegue financiar a custo mais baixo do que os bancos, a economia como um todo agradece.
Espero bem que o governo consiga explicar estas coisas básicas a Leonor Coutinho.
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Insultar jornalistas
O PS tem vindo a criticar as “campanhas” que o Público tem feito contra o PM e contra o PS, ainda por cima insultando os jornalistas, de estarem a fazer estas campanhas única e exclusivamente como capachos de Belmiro de Azevedo.
Que se acusem os jornalistas de “campanhas” ainda vá que não vá, embora seja sempre ridículo criticar o mensageiro em vez da mensagem. Sobretudo quando não se desmente a mensagem.
Mas dizer que os jornalistas estão a soldo de alguém é um dos maiores insultos que um jornalista pode receber. Por isso, não admira que, depois de insultados os jornalistas, se lancem em novas “campanhas”. Em política, por vezes, o silêncio ou a desvalorização é uma das decisões mais sábias.
Vem isto a propósito do artigo de Luciano Alvarez “A viagem mais desastrada do primeiro-ministro” do Público de hoje, p. 6, que termina assim: “O primeiro-ministro pode falar em êxito, mas o que esta visita revelou foi que a antes tão falada máquina de propaganda e acção comandada por José Sócrates revelou-se na Venezuela uma peça de ferro-velho sem arranjo e que agora mais não faz que revelar as fragilidades do seu maquinista.”
“O PÚBLICO viajou num avião fretado pelo gabinete do primeiro-ministro.”
Os termos finais são de um sarcasmo que me parece muito provocado pelos insultos que o PS já lhe fez.
Que se acusem os jornalistas de “campanhas” ainda vá que não vá, embora seja sempre ridículo criticar o mensageiro em vez da mensagem. Sobretudo quando não se desmente a mensagem.
Mas dizer que os jornalistas estão a soldo de alguém é um dos maiores insultos que um jornalista pode receber. Por isso, não admira que, depois de insultados os jornalistas, se lancem em novas “campanhas”. Em política, por vezes, o silêncio ou a desvalorização é uma das decisões mais sábias.
Vem isto a propósito do artigo de Luciano Alvarez “A viagem mais desastrada do primeiro-ministro” do Público de hoje, p. 6, que termina assim: “O primeiro-ministro pode falar em êxito, mas o que esta visita revelou foi que a antes tão falada máquina de propaganda e acção comandada por José Sócrates revelou-se na Venezuela uma peça de ferro-velho sem arranjo e que agora mais não faz que revelar as fragilidades do seu maquinista.”
“O PÚBLICO viajou num avião fretado pelo gabinete do primeiro-ministro.”
Os termos finais são de um sarcasmo que me parece muito provocado pelos insultos que o PS já lhe fez.
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quinta-feira, 15 de maio de 2008
Só más notícias
Crescimento do PIB de 2007 revisto em baixa (de 1,9% para 1,8%) e queda no 1T08 (-0,2% no trimestre), levando a taxa homóloga para uns horrendos 0,9%. Bem dizia Sócrates que era uma “leviandade” prometer baixar impostos antes de se saber como andava a economia no início de 2008.
Bem sei que esta é a estimativa rápida mas “Nos testes efectuados desde o 2º trimestre de 2005, o erro absoluto médio da estimativa rápida foi de 0,1 pontos percentuais no que diz respeito às taxas de variação homóloga e em cadeia, quando comparadas com a estimativa corrente.” Portanto, nada de vir com conversas parvas do género “Ah, mas isto ainda é provisório” e não sei quê …
Toca a rever em baixo as previsões para 2008!
Adenda
Afinal parece que governo já reviu em baixa previsões para 2008, de 2,2% para 1,5%. Só acrescento dois comentários. O valor do 1T08 é pior do que a previsão mais pessimista até ao momento (1,3%) que era a do FMI. Os resultados de execução fiscal do 1T08 vieram muito pior do que o esperado. Ou seja, parece que a execução fiscal não sofreu um percalço no início do ano. Parece é que a execução fiscal está a reflectir o forte abrandamento da actividade. Logo, cheira-me que o governo também vai ter que rever em alta o défice de 2008… Aliás, tendo revisto o crescimento, vai já ter que rever o défice. O problema maior, parece-me, é que me cheira que esta é apenas uma das várias revisões em baixa a que o governo vai ser forçado.
Bem sei que esta é a estimativa rápida mas “Nos testes efectuados desde o 2º trimestre de 2005, o erro absoluto médio da estimativa rápida foi de 0,1 pontos percentuais no que diz respeito às taxas de variação homóloga e em cadeia, quando comparadas com a estimativa corrente.” Portanto, nada de vir com conversas parvas do género “Ah, mas isto ainda é provisório” e não sei quê …
Toca a rever em baixo as previsões para 2008!
Adenda
Afinal parece que governo já reviu em baixa previsões para 2008, de 2,2% para 1,5%. Só acrescento dois comentários. O valor do 1T08 é pior do que a previsão mais pessimista até ao momento (1,3%) que era a do FMI. Os resultados de execução fiscal do 1T08 vieram muito pior do que o esperado. Ou seja, parece que a execução fiscal não sofreu um percalço no início do ano. Parece é que a execução fiscal está a reflectir o forte abrandamento da actividade. Logo, cheira-me que o governo também vai ter que rever em alta o défice de 2008… Aliás, tendo revisto o crescimento, vai já ter que rever o défice. O problema maior, parece-me, é que me cheira que esta é apenas uma das várias revisões em baixa a que o governo vai ser forçado.
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“Horta Osório diz que Portugal será um dos países mais afectados pela crise do crédito de alto risco”
Título do Público de hoje, p. 41. Afectado quer pela via real (desaceleração das economias externas, em especial Espanha), quer pela via financeira (aumento do custo e da dificuldade de obtenção de crédito). Horta Osório acredita que Portugal será mais afectado do que a média e eu tenho que concordar. Em termos de economia real, Portugal tem um gravíssimo problema de competitividade, o que o coloca na pior situação para enfrentar esta desaceleração internacional.
Em termos financeiros, não só Portugal tem dos maiores rácios de endividamento da UE, como é dos países em que esmagadora maioria dos empréstimos são a taxa variável, o que o torna muito mais sensível a esta subida das taxas de juro.
Há um “problemazinho” extra, que tem levantado a cabeça, mas que ainda não surgiu verdadeiramente, que é a ameaça de um crash imobiliário. Eu penso que Portugal tem todas as condições para termos um crash destes. Há centenas de milhar de casas vazias, compradas apenas com intuitos especulativos. Dantes, esperar que elas se valorizassem era muito barato (taxas de juro baixíssimas) e rendia muito (as casas valorizaram-se imenso). Agora, ambas as condições se inverteram. Esperar pela valorização está cada vez mais caro e a valorização está a passar para desvalorização em várias zonas do país. Então faz mais sentido vender já, pressionando uma queda dos preços. O que agrava a desvalorização e força mais vendas. Um crash, em suma.
Em termos financeiros, não só Portugal tem dos maiores rácios de endividamento da UE, como é dos países em que esmagadora maioria dos empréstimos são a taxa variável, o que o torna muito mais sensível a esta subida das taxas de juro.
Há um “problemazinho” extra, que tem levantado a cabeça, mas que ainda não surgiu verdadeiramente, que é a ameaça de um crash imobiliário. Eu penso que Portugal tem todas as condições para termos um crash destes. Há centenas de milhar de casas vazias, compradas apenas com intuitos especulativos. Dantes, esperar que elas se valorizassem era muito barato (taxas de juro baixíssimas) e rendia muito (as casas valorizaram-se imenso). Agora, ambas as condições se inverteram. Esperar pela valorização está cada vez mais caro e a valorização está a passar para desvalorização em várias zonas do país. Então faz mais sentido vender já, pressionando uma queda dos preços. O que agrava a desvalorização e força mais vendas. Um crash, em suma.
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Presente envenenado
Na capa do Diário de Notícias de hoje: “Menezes junta-se hoje à campanha de Passos Coelho”. Do desenvolvimento da notícia na pag. 18 não resulta claro se Menezes apoia explicitamente PPC, mais uma vez desrespeitando a sua promessa “Não apoio ninguém”. Mas é evidente o risco de esta postura supostamente inclusiva de PPC se confundir com descaracterização da candidatura.
Uma das questões essenciais para o PSD neste momento é distanciar-se dos seus episódios populistas de muito má memória, protagonizados por Santana e Menezes.
Uma das questões essenciais para o PSD neste momento é distanciar-se dos seus episódios populistas de muito má memória, protagonizados por Santana e Menezes.
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Desculpa
Sócrates pediu desculpa por ter desrespeitado a lei que proíbe fumar em aviões. Há muito tempo que um pedido de desculpas não me sabia tão bem. Aquele António Nunes da ASAE bem podia aprender a lição. Não há nada de mais insuportável do que desculpas esfarrapadas em vez de um simples pedido de desculpa.
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Feira do Livro
Não suporto entrar nas guerrinhas em que está envolvida a Feira do Livro. Mais um exemplo em que a cultura não nos salva de nada. Mas andou bem a CML, pelo menos agora, ao “ponderar” anular subsídio à Feira. É evidente que a CML esta a dizer: “caríssimos, tenham juízo, ou não levam nenhum”.
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